maio 04, 2004A CartaDentro de um casulo, no isolamento silencioso desse meio morno e húmido, a crisálida largava de si uma fina película de lembranças. Guardei uma película solta em Agosto de 2000: «Nunca te escrevi... Escrevo-te agora, Escrevo-te agora Pena é que esta não seja uma carta
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Revelas a ideia de que és um ser muito sensível e belo, algo de poético corre dentro de ti pela maneira simples, mas imensamente confortante da tua escrita! Gostei muito! Partilhado por: Carlos Martins em setembro 30, 2004 05:09 PMSublime esta carta. Porque as coisas mais belas não se fazem só de arrebatamentos... Partilhado por: NeverLess em agosto 18, 2004 10:49 PMnão tenho cabeça para ler, mas tenho andado por aqui de novo... prometo que volto daqui a uns tempos para te encontrar no que escreves agora. Vale sempre a pena falar, vale sempre a pena escrever. Parece-me familiar! ;) Partilhado por: catarina em maio 5, 2004 12:05 AM |
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